Uma grelha que se lê com os pés
A Cidade do México é construída em camadas: pedras astecas sob arcadas espanholas, a Reforma cortando ambas. Só se sente a escala quando se caminha quarteirão a quarteirão e o ruído da rua muda.
- A 13 de agosto de 1521, Tenochtitlan caiu; as pedras do Templo Mayor foram enterradas e reutilizadas. Ainda se pisa essa linha de junção no Centro Histórico.
- O Paseo de la Reforma foi traçado na década de 1860 como uma linha reta do centro antigo para o oeste; hoje é onde protestos, desfiles e ciclistas de domingo disputam o mesmo pavimento.
- Os locais compram o pequeno-almoço nas fondas da esquina, almoçam tarde e tratam o metro mais uma curta caminhada como normal—turismo funciona do mesmo modo se planear em torno da hora de ponta.
O que comer

Tacos al pastor — Imigrantes libaneses trouxeram o espeto vertical; a Cidade do México fez dele porco, ananás e bancas de madrugada.

Tlacoyos — Barquinhos de masa pré-hispânicos recheados nas bancas do mercado—comida de rua que nunca saiu do ritmo diário da capital.
Pozole — Ensopado de hominy ligado aos dias de festa; aqui há tigelas vermelhas, verdes ou brancas em cantinas e cozinhas familiares.
Chilaquiles — Tortilhas de ontem fritas e com molho ao pequeno-almoço—hóspedes de hotel e cafés de esquina juram cada um na sua versão.
Antes de ir
Não esqueça o bilhete
Se quiser o interior, compre antes. O passeio faz-se na mesma a partir da rua.
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