Edimburgo é uma cidade de colinas que se sobe beco a beco
Edimburgo só se entende a pé. A cidade velha desce por uma crista vulcânica a partir do castelo, a cidade nova estende-se em grelhas georgianas bem ordenadas do outro lado do vale, e a vista muda cada vez que um beco estreito se abre entre dois edifícios.
- A Royal Mile está cheia de closes, becos íngremes onde antigamente se vivia em dez andares ou mais. No século XVII era uma das cidades mais apinhadas da Europa, e Mary King's Close ainda sobrevive por baixo do City Chambers.
- Em 1767 a cidade abriu um concurso para planear uma cidade nova, e um jovem arquiteto, James Craig, venceu-o. O pantanoso Nor Loch, por baixo do castelo, foi drenado, e hoje os Princes Street Gardens enchem a depressão onde ele ficava.
- Alguns hábitos estão fixos no tempo. Todos os dias, exceto ao domingo, um canhão dispara do castelo à uma hora, uma tradição de 1861. E todos os agostos, desde 1947, o Festival Fringe enche as ruas de artistas.
O que comer

Haggis, neeps and tatties — Um prato poupado de miudezas de carneiro, aveia e especiarias, tornado famoso por Robert Burns e ainda servido todos os janeiros na Burns Night.
Cullen skink — Uma sopa espessa de arinca fumada, batata e cebola da costa piscatória do nordeste, uma resposta quente ao vento frio do mar.
Cranachan — Natas batidas, framboesas, aveia tostada, mel e uísque: uma sobremesa de colheita feita com o que as quintas escocesas davam no verão.
Shortbread — Manteiga, açúcar e farinha cozidos num biscoito rico, outrora um mimo do Natal e do Hogmanay, o Ano Novo escocês.